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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Netflix pode estar fechando o cerco a "unblockers"



Devido às restrições geográficas das licenças de conteúdo, o catálogo da Netflix é diferente em cada país. Muitas pessoas usam serviços tipo VPN ou SmartDNS para burlar essas restrições e acessar o catálogo de outros países, até mesmo quando a Netflix não está presente no país do usuário.

Mas agora que o serviço está presente em (quase) todos os países do mundo a Netflix mudou uma de suas mensagens de erro. Onde antes aparecia "Você não pode assistir deste local" ou "Desculpe. A Netflix ainda não está disponível em seu país", o usuário poderá ver "You seem to be using an unblocker or proxy. Please turn off any of these services and try again" ("Você parece estar usando um 'unblocker' ou proxy. Por favor, desligue qualquer um destes serviços e tente novamente").

Não está claro o motivo desta mudança. Talvez agora a Netflix se sinta mais motivada a bloquear usuários de VPN, ou simplesmente não há mais muito sentido em dizer que o serviço "não está disponível em seu país"...  


fonte filmes e series netflix

Os planos da Netflix e do Youtube para fechar a Globo

urubus em 2016

Conversa Afiada presta singela homenagem à Rede Globo de Televisão, que faz "a melhor televisão do mundo", como dizem os que chamam os filhos de Roberto Marinho pelo nome próprio - que eles não tem...

Segundo o Valdir Macedo, sábio informante do Conversa Afiada, a sorte da Globo é que só o Brasil fala português.

Ela foi protegida pela barreira da língua.

Não fosse isso, com a proliferação de produtores globais de conteúdo, em inglês, teria morrido mais cedo.

(Se isso a protegeu, ponderou o ansioso blogueiro, também a limitou - porque ela jamais conseguiu ser uma produtora mundial de conteúdo. Não aprendeu a falar inglês, como, aliás, não aprenderam os filhos do Roberto Marinho - são "mono mentais", como se dizia o Ibrahim - ler em "Colonistas, sólidos, liíquidos e gasosos").

Mas, a tecnologia fará com que a Globo morra gorda, como diz o ansioso blogueiro.

É o que demonstram o Samuel Possebon e o André Mermelstein, da respeitada e inigualável publicação Teletime, sob a batuta de Rubens Glasberg.

A Netflix e o Youtube Red, do Google, preparam as exéquias da Globo.

Que vai ter a serventia daquele U-matic da Sony que vovô ganhou de Papai Noel.

Artigo de André Mermelstein e Samuel Possebon:


A corrida secreta da Netflix

O ano começou movimentado para o mercado de TV com o recente anúncio da expansão global da Netflix a 190 países. Saudada como a "primeira empresa global de TV", a nova estratégia já era esperada e está sendo testada há alguns anos. Tanto é que o próprio CEO da Netflix, Reed Hastings declarou à Tela Viva, que cobriu o lançamento da nova estratégia na CES, em Las Vegas, que a experiência da expansão para mercados como o Brasil seria fundamental nessa nova etapa da Netflix.

Passado o oba-oba inicial, com volumosa cobertura de imprensa e uma reação mais comedida do mercado financeiro, é possível fazer uma leitura ponderada do significado desta nova estratégia. O resumo é simples: pressa.

A Netflix precisa aproveitar o bom momento para ganhar espaço nos mercados em que não está antes que outras empresas o façam. Experiências como a do Brasil, em que a infraestrutura de banda larga é limitada, a renda média é baixa e a competição no mercado de TV paga é acirrada, certamente ajudam a Netflix nessa investida. O mundo tem mercados muito mais desafiadores do que o Brasil, como a Índia.

O que está determinando a pressa da Netflix é o fato de que os grandes estúdios produtores de conteúdo estão, de um lado, planejando ou lançando serviços próprios, como o HBO Go (o próprio Hastings já havia declarado que queria se tornar uma HBO antes que a HBO se tornasse uma Netflix). Além disso, os estúdios estão estimulando como podem o surgimento de operações concorrentes, e muitas estão dando certo. Na França, México e Reino Unido, para citar alguns mercados importantes, há grandes provedores locais de VOD. E não custa lembrar que Google e Apple também têm ofertas de conteúdos on-demand globais, e o Google começa a seguir o caminho da Netflix com o Youtube Red (ainda não disponível no Brasil), no modelo de assinatura. Dizer que a Netflix é a primeira empresa global de TV é um pouco impreciso. Talvez seja a primeira empresa de VOD global, mas CNN, ESPN e HBO adotaram estratégias de globalização há muito mais tempo e têm um alcance mundial há pelo menos duas décadas.

O outro fator de pressa da Netflix são os seus custos. A empresa tem enfrentado negociações cada vez mais duras com os detentores de conteúdo, o que aperta suas margens cada vez mais. A estratégia de investir pesado em produção própria (mais uma vez, seguindo o exemplo do que a HBO fez há mais de uma década) é não só uma tentativa de se diferenciar de outros serviços de VOD com ofertas muito parecidas mas, sobretudo, uma tentativa de melhorar as margens e a dependência dos grandes estúdios. O movimento de avanço a novos mercados mundiais ajudará a empresa a ter escala e acesso a novos mercados consumidores, mas também a ampliar seu leque de produtores de conteúdos parceiros e espaços para produções próprias, reduzindo a dependência dos estúdios de Hollywood.

Para o mercado de produção, a notícia é sem dúvida positiva. Trata-se de mais uma janela, um buyer de peso no mercado, com potencial para alavancar uma produção em escala global quase instantaneamente. Basta ver a velocidade com que Wagner Moura passou de artista reconhecido apenas no Brasil a celebridade mundial em poucas semanas. É uma oportunidade para a produção brasileira ganhar destaque em novos mercados (embora sujeita ao filtro da própria Netflix, que em última instância definirá o que entra ou não em seu acervo, e o que será recomendado a seus assinantes).

Mas esta expansão internacional não acontecerá sem dores, como quis dar a entender Reed Hastings na apresentação à imprensa. Ele disse, sempre sorrindo, que a adaptação às realidades locais será simples e gradual, dependendo apenas do aprendizado de cada região. Mas será complexo lidar com realidades tributárias e regulatórias de 190 países. É de se imaginar que muitos países não ficarão tão felizes em receber um player que cobra em dólares, no exterior, e não responde às autoridades locais. O Brasil, por exemplo, já começou a discutir uma regulamentação local para o VOD, e outros países estão no mesmo caminho.

A Netflix é, ao lado do Youtube, a empresa que mais mudou o mercado de TV nos últimos 10 anos. Do ponto de vista de definição de um produto de referência e de um modelo de negócio de sucesso, a Netflix é até mais relevante do que a plataforma de vídeos online do Google.

A empresa, no entanto, não está imune às investidas dos demais players do mercado de mídia, mas seu problema maior não são as operadoras de TV por assinatura ou as emissoras de TV aberta.  A corrida é contra os grandes estúdios, que hoje produzem conteúdos audiovisuais de massa em quantidade e qualidade nunca antes vistas na história da televisão e que se deram conta de que, ao licenciarem seus conteúdos para a Netflix como fizeram, permitiram o surgimento de um player que ganhou dimensões além do imaginado. Reed Hastings consegue, hoje, com uma base de quase 70 milhões de usuários, dar as cartas em uma negociação por direitos. Os estúdios estão reagindo, esticando a corda e alimentando os concorrentes. Por tudo isso, a Netflix tem pressa.

Artigo de André Mermelstein, de Las Vegas


Para YouTube, música, diversidade e realidade virtual impulsionarão vídeo online


O chief business officer do YouTube, Robert Kyncl, voltou à CES deste ano, quatro anos após sua última participação. Na época, ele fez previsões sobre o futuro do vídeo online. 

Ele disse então que até 2020 o vídeo responderia por 90% do tráfego da Internet, e que 75% de todo o vídeo assistido seria online.

Aparentemente, disse, não só ele estava certo, como as coisas aconteceram até mais rapidamente do que o previsto. Segundo ele, a marca de 90% do tráfego da Internet será atingida já em 2019.

O YouTube, conta, tem mais de um bilhão de usuários ao mês, 80% destes de fora dos EUA. E o tempo médio de consumo cresce cerca de 60% ao ano.

Atualmente o consumo médio global de vídeo está em torno de 5 horas ao dia. "Só perde para o tempo dormindo e o trabalho", disse Kyncl. A indústria gera US$ 200 bilhões anuais de receita, vindos principalmente da TV paga, que começa a declinar, segundo o executivo. 

Ele conta ainda que o vídeo online superou este ano as redes sociais como a atividade que consome mais tempo online, com média de 1h15 ao dia. "O vídeo online será a principal forma com a qual a pessoa passará seu tempo livre até o fim da década", afirmou.

Quatro razões
São quatro, segundo Kyncl, os motivos pelos quais isso se dará. O primeiro é a mobilidade. Os celulares, lembra, estão ganhando telas maiores, com melhor definição de imagem e som, e maior duração de bateria. O tempo médio diário de consumo de vídeo no mobile é de 40 minutos, segundo ele.

O segundo é a diversidade. A revista Variety, diz, já mostra que as estrelas do YouTube são hoje mais populares entre os millenials que as estrelas de cinema ou TV. "Ainda haverá os blockbusters, mas cada vez menos gente terá o mesmo gosto. Foi assim com o cabo, começou sem muito dinheiro e apostou nos nichos, como fizeram lá atrás a ESPN, AMC, MTV, CNN. Quando cresceram, evoluiram para conteúdo original. A HBO e a Netflix fizeram igual, começaram com licenciamento e depois partiram para a produção original", disse.

O online segue o mesmo caminho, diz Kyncl. "Mas com muito mais variedade, porque é uma plataforma democrática, cada um pode criar e assistir. Não só abarca todos os gêneros, como tem alguns que nasceram na própria plataforma, como conteúdos de videogames, tutoriais etc". Ele conta que o YouTube também está investindo em conteúdos originais, com o recém lançado serviço pago YouTube Red. A ideia, diz, é usar os melhores talentos da plataforma e criar conteúdos premium com eles. "É atraente para os jovens. É mais viável ele ser o próximo PewDiePie do que o novo Tom Cruise".

A terceira razão, diz, é a música. "O vídeo é mais importante do que nunca para a música. Mais da metade dos teens usam o YouTube para descobrir músicas, até porque temos a maior biblioteca do mundo. E é um modelo bom também para os artistas, que ao invés de pagar para ser tocado, como antigamente, hoje recebem pelos views. Pagamos US$ 3 bilhões ao ano para a indústria de música", conta.

Finalmente, diz Kyncl, a última razão para a explosão do vídeo online é a experiencia mais imersiva que a da TV. "Vídeos imersivos em 360° são uma experiência melhor no mobile que na TV". 

Ele conta que o YouTube fez uma parceria com a GoPro para desenvolver uma câmera 360°, e estão pondo estes equipamentos em todos os YouTube Spaces (estúdios mantidos pela plataforma em várias cidades do mundo para uso gratuito dos criadores).

A VR (realidade virtual) é uma grande aposta do Google. A empresa criou e distribuiu o Cardboard, dispositivo de VR de baixo custo, e com o YouTube deram um espaço para a divulgação destes vídeo 

fonte coversa afiadas

Conheça a lista completa de participantes da nova edição do Big Brother Brasil

TV Globo começou a divulgar na tarde desta quarta-feira, dia 13 de janeiro, a lista com os primeiros participantes escolhidos para o reality show Big Brother Brasil 16. Confira abaixo as informações de cada um. A lista será atualizada ao longo do dia conforme as informações forem divulgadas pela emissora.

Adélia

A advogada Adélia tem 36 anos e mora em Suzano (SP). Aos 17 anos, ficou grávida, casou e não abriu mão dos estudos. Ela conta que no dia em que o ex-marido pediu que ela escolhesse entre a faculdade e a família, não pensou duas vezes: pegou o filho, a mochila e voltou para a casa da mãe. Antes de se firmar na profissão, trabalhou como manicure e foi vocalista de uma banda de pagode. Hoje, se permite extravagâncias como as várias cirurgias plásticas que já fez. Extrovertida e impulsiva, às vezes, fala sem pensar. Mas sabe reconhecer o erro e pedir desculpas. Adélia, sonha com um novo casamento e uma família de comercial de margarina.



Alan

Uma pessoa com opinião própria e “fora da curva”. É como se define Alan, 34 anos, pesquisador e professor de filosofia. Casado e pai de dois filhos, mora em Natal e é um nerd assumido. Curte games, música, quadrinhos e cultura pop. A vida social? Não é muito de sair de casa, tampouco frequenta o mundo virtual – não tem perfil em redes sociais. Verborrágico, gosta de falar e prefere o contato direto com os outros. Despreza pessoas esnobes e muito ambiciosas, mas sabe que seu maior defeito é o egoísmo. Na casa, promete manter intacta sua maior qualidade: a lealdade. E sonha um dia ter uma banda de heavy metal.



Ana Paula

Mineira de Belo HorizonteAna Paula, 34 anos, conta que é uma pessoa eclética e de extremos. Vai do jazz ao sertanejo, de Ibiza a Barretos, da “filhinha do papai” à mulher que sonha com a independência financeira. Aos 17 anos, perdeu a mãe em um acidente de carro. O pai, de 86 anos, casou outras vezes e teve seis filhos, todos de mães diferentes. Uma grande família. Formada em jornalismo, mora sozinha desde os 23 anos. Impaciente e incisiva, revela que já buscou ajuda especializada para tentar controlar o gênio forte. Costuma sair do sério com arrogância e injustiça. Elege a generosidade e o espírito de liderança como suas maiores qualidades.



Daniel

O empresário Daniel, 38 anos, começou a ganhar a vida como motorista de van. Hoje, é dono de uma empresa de ônibus escolar. Cursou economia em uma universidade pública, mas não se formou. Nascido em São Paulo, veio para o Rio de Janeiro com dois anos de idade. Solteiro, gosta de jogar futebol, futevôlei e viajar. É muito observador e se considera um cara tranquilo. Sabe expor suas opiniões e convence as pessoas sem precisar se impor. Mas é orgulhoso e acha que isso pode atrapalhar a convivência com os outros participantes da casa.



Harumi

Descendente de japoneses, italianos e franceses, a jornalista Harumi, 64 anos, é um mix cultural. Quando trabalhava em uma gravadora, se apaixonou pelo cantor Jimmy Cliff e partiu para a Jamaica, mas voltou uma semana depois. O primeiro casamento foi aos 15 anos. Teve dois filhos e está prestes a se tornar avó. Entre as décadas de 1970 e 1980, trabalhou como modelo. Não bebe nada alcoólico e adora sair para dançar e voltar para casa só de manhã. Vaidosa e expansiva, tem amigos de todas as idades. Mas diz que vai ter que controlar o lado autoritário para conquistar os Brothers e o público.



Juliana

Simpática, comunicativa e autossuficiente, a bailarina Juliana, 31 anos, não reclama da solteirice. Muito pelo contrário – vive bem sozinha, sem carências. Ou, pelo menos, é o que ela diz. Independente e com personalidade forte, só se relaciona com alguém se estiver muito apaixonada. A paulistana estudou fisioterapia, mas não teve estrutura emocional para seguir na profissão: se emocionava com os pacientes e caía no choro. Migrou para o curso de moda e trabalhou em lojas de roupa. Acabou convidada para integrar um grupo de dança e se apaixonou pela atividade. Preguiça não é com ela; já acorda agitada, “ligada em 220 volts”, garante



Laércio

Uma “presença poderosa”. Laércio, curitibano 53 anos, garante que vai deixar sua marca no BBB16. Seu objetivo é se expor sem reservas e ser o protagonista desta edição – sem desrespeitar os companheiros de disputa, garante. Autônomo, mora com a mãe e vive dos desenhos que vende para estúdios de tatuagem. O pai e o avô eram agressivos e, por esse trauma, optou por não ter filhos. Pratica meditação, yoga e se considera uma pessoa zen e equilibrada. Mas confessa: compra brigas e não vive sem uma boa polêmica. É durão quando quer e odeia pessoas que se fazem de vítimas.



Maria Cláudia

A potiguar Maria Cláudia, 19 anos, se define como sonhadora e atrapalhada. O que não quer dizer que seja boba ou manipulável – a esperteza é uma de suas armas. Alegre e criativa, a estudante de publicidade e propaganda costuma compor músicas nas horas vagas. Nas festas de São João, viaja com um grupo para dançar quadrilha. Mas a atividade que consome a maior parte de seu tempo atualmente é a produção de vídeos para a internet em um site de compartilhamento – a jovem tem quase 60 mil inscritos em seu canal. Comunicativa, engraçada e de riso frouxo, promete encher a casa de energia.



Munik

Ela é baladeira, mas às terças-feiras troca as festas pela missa. Munik, 19 anos, mora com os pais e dois irmãos em Goiânia. A mãe é merendeira de escola e o pai é moto-taxista. Para ajudar em casa, já trabalhou em salões de beleza, como secretária e promovendo eventos. Pretende entrar na faculdade de jornalismo assim que terminar o ensino médio. Bem-humorada, não gosta de entrar em polêmicas, mas sabe o momento certo de expressar suas opiniões. Na casa, pretende fugir das “panelinhas” e de “gente duas caras”, como diz. O mais difícil, reconhece, vai ser controlar o nervosismo nos momentos de tensão.



Renan

Natural de Amparo, Renan, 29 anos, mora atualmente na capital paulista. Antes de se mudar, trabalhou na floricultura da mãe. Já em São Paulo, foi vendedor emSHOPPING center até começar a trabalhar em eventos. Hoje, se orgulha por ter comprado carro, moto e se manter com a renda do trabalho como modelo. Bagunceiro, divide o apartamento com um amigo, adora sair, curte música eletrônica e rap, pratica musculação, corrida, boxe e não foge de uma briga. Admite que é explosivo e não leva desaforo para casa. Fica incomodado com pessoas arrogantes e preconceituosas. Mas se considera um cara do bem.



Ronan

O estudante de filosofia Ronan, 27 anos, não tem medo de trabalho. Já foi servente de pedreiro, cortador de cana, entregador de panfleto. Os pais morreram quando ele tinha quatro anos. Ronan concluiu o ensino médio com sacrifício. Seu maior orgulho é ter conseguido ingressar na faculdade como bolsista integral. Carismático e expansivo, admite que sai do sério com pessoas conservadoras e preconceituosas. Mas diz também que sempre tenta reagir com educação. O paulistano, que atualmente vive em Curitiba, tem uma característica que promete fazer sucesso entre os Brothers: ele adora cozinhar, principalmente comida típica mineira.



Tamiel

Os pais do goiano Tamiel, 41 anos, eram hippies e chegaram a ir ao Woodstock. Com apenas 18 anos, ele se casou. Teve o primeiro filho aos 19. Divorciou-se, casou de novo em 2006, teve mais um filho e separou. Hoje, mora sozinho na capital federal e namora há três anos. Engenheiro agrônomo, Tamiel é professor de Ecologia Vegetal na Universidade de Brasília. Não gosta de estereótipos e conta que não se dá com "gente machista, homofóbica e radical". Na casa, diz que vai tentar ser menos metódico, defeito apontado por alguns amigos. E garante: tem perseverança para seguir seus ideais e flexibilidade para voltar atrás quando erra.







fonte vc faz tv

Thalia relava segredo de beleza: “Tenho 50 orgasmos em uma noite”

(Foto: Divulgação)


A artista Thalia continua a surpreender os seus seguidores e desta vez veio para deixá-los sem palavras depois de revelar quantos orgasmos têm durante o sexo com seu marido Tommy Mottola.
Durante uma entrevista no programa matinal “Despierta America”, Thalia não hesitou em confessar seu segredo para ficar tão jovem e bonita.
“O segredo da minha juventude?… até 50 [orgasmos] em uma noite”, confessou.
Thalía assegura que graças à sua vida sexual plena, ela consegue se ver mais jovem e radiante sempre.


 fonte tv foco

Elenco de “Êta Mundo Bom!” deve se reunir para assistir ao primeiro capítulo da novela juntos



Sergio Guizé (Foto: Globo / Paulo Belote)

Apesar de já ser um costume, a Globo resolveu que não fará o encontro para que todo o elenco da novela “Êta Mundo Bom!” assistam juntos ao primeiro capítulo do folhetim. A trama das seis, escrita por Walcyr Carrasco, estreará nesta segunda-feira, dia 18 de janeiro, no lugar de “Além do Tempo”.
Como a Globo decidiu que não promoverá o encontro, os próprios atores, como informa a colunista Carla Bittencourt, do jornal “Extra”, estão se organizando para assistirem ao primeiro capítulo juntos. Eles criaram um grupo no WhatsApp para definir onde vão se reunir para ver a estreia da trama.
“Êta Mundo Bom” é baseada em três obras, o filme ‘Candinho’, o livro ‘O Comprador de Fazendas’ e o conto ‘Cândido ou o Otimismo’ e terá duas fases, uma que se passa na década 20 e a outra na década de 40. A trama será protagonizada por Débora Nascimento (Filomena) e Sérgio Guizé (Candinho).






fonte tv foco

Morre o humorista Shaolin

 Shaolin faleceu após infecção respiratória
O humorista Shaolin morreu na madrugada desta quinta-feira (14), ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de uma clínica particular de Campina Grande, no Agreste da Paraíba, devido a uma infecção respiratória.
A mulher do comediante, Laudiceia Veloso, desabafou em sua conta na rede social Instagram, e explicou que ele sofreu uma parada cardiorrespiratória.
“Depois de 1821 dias, nosso guerreiro terminou sua batalha. É com muita tristeza que divido a nossa dor com todos vocês. Shaolin apresentou um quadro febril nesta terça e que, infelizmente evoluiu para uma infecção, precisando de internação imediata. Recebemos a notícia do hospital, neste momento, que ele sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. As informações sobre velório e local de sepultamento, divulgarei mais tarde. Obrigada a todos pelas orações e pra força! 🙏🏻 “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” 2 Timóteo 4:7″
Em janeiro de 2011, Shaolin sofreu um acidente automobilístico na BR-230, em Campina Grande, a 125 quilômetros de João Pessoa. Na época, ele foi submetido a diversas cirurgias e ficou internado por cerca de cinco meses no hospital, desde que recebeu alta Shaolin vinha recebendo os cuidados médicos em sua casa, ele não conseguia se locomover ou se comunicar.

Seu último trabalho na televisão foi no programa “Tudo é Possível” com Ana Hickmann, parodiando famosos, como Leonardo, Joelma da Banda Calypso, Zezé di Camargo entre outros.
Shaolin (Foto: Reprodução / Instagram)



fonte tv foco

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Globo marca gravações de “Liberdade Liberdade”



Após diversos problemas nos textos, a nova novela das 23h se encaminha na Globo.
As gravações da trama, como informa Patrícia Kogut, já foram marcadas, começam no dia 22 desse mês. O diretor Vinícius Coimbra e alguns atores viajam para Diamantina (MG), para rodar as primeiras imagens.
Vale lembrar que a produção de estreia da colaboradora de Aguinaldo Silva, Márcia Prates, como autora de novelas sofreu diversos problemas internos.
A trama estava inicialmente sob supervisão de Euclydes Marinho, mas este foi trocado por Glória Perez e ela por Mario Teixeira. A questão central destas modificações são os textos apresentados.
Isso porque os roteiros não atenderam as exigências da Teledramaturgia e a direção do canal mandou a autora refazer tudo que tinha feito, além de outras providências em relação à pré-produção.
A trama estreará em abril (o que gera dúvidas sobre a presença de Nathalia Dill).



fonte tv foco

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